O samba de Serginho do Cavaco

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“Na verdade, eu gosto de música… Samba é o estilo que sigo.”, diz o artista ao citar os gêneros que aprecia.

 

Da esquerda para a direita: Maria Eduarda Palermo, Serginho do Cavaco e João Vitor Mota.

Natural de São Paulo, o cantor e instrumentista Serginho do Cavaco começou a estudar o instrumento presente em seu nome artístico aos 11 anos de idade e, depois disso, passou a tocar em diversos grupos de samba da capital paulista, sendo a Banda Evandro Music Show a de mais destaque em sua carreira.

Anos depois, ele seguiu carreira solo, tendo, como destaque, o trabalho “Nossa Canção“, que, em 2017, integrou um disco do Governo de São Paulo e, depois, a trilha sonora do curta cearense “Mais um Sonho de Amor”. Em 2022, durante a pandemia de Covid-19, o músico foi diagnosticado com um câncer, que lhe inspirou a gravar o projeto “A Minha Fé“. O seu trabalho mais recente é “Mangueira Minha Paixão“, álbum lançado em fevereiro deste ano e que conta com oito faixas autorais. 

Serginho do Cavaco conta a história dos dois discos.

Em entrevista aos monitores Maria Eduarda Palermo (do curso de Jornalismo) e João Vitor Mota (do curso de Audiovisual), o convidado contou brevemente o início da sua carreira, incluindo a sua relação e paixão com a música. Além disso, ele explicou a origem do seu nome artístico, os instrumentos que aprendeu a tocar por conta própria, as suas principais referências e a razão pela qual não opta por versões.

Outros temas abordados ao longo do bate-papo foram: a rixa entre o pagode e o samba, o processo de composição, o impacto do digital para a divulgação, a influência da religião nos trabalhos, a relação com a Estação Primeira de Mangueira e o impacto pessoal do projeto “A Minha Fé“. E, por fim, o músico disse a principal diferença entre se apresentar solo e em grupo, a importância dos bailes de Carnaval em sua vida, os desafios de manter uma carreira independente, os elementos que não podem faltar nos shows, uma canção que gostaria de regravar e o que mudou desde a sua última participação na emissora, uma vez que enfrentou uma batalha contra um câncer um ano depois.

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