Unindo teatro, música, cordel e narrativa brasileira, coletivo apresenta “O Patinho Feio” para jovens e crianças do Rio de Janeiro.
Unindo teatro, música, cordel e narrativa brasileira, coletivo apresenta “O Patinho Feio” para jovens e crianças do Rio de Janeiro.
“[…] eu uso a arte como linguagem para poder falar de questões contemporâneas.”, explica a idealizadora do projeto que investiga o apagamento da flora nativa de São Paulo.
“O parto às vezes dói, mas é só daí que nasce a vida.”, diz a autora ao explicar o título da obra.
Sem revelar detalhes, protagonistas dizem que há um “plot twist” na comédia romântica!
“[…] fiquei com muito medo porque seria um passo enorme na trajetória de qualquer ator.”, disse o protagonista ao explicar a primeira reação que teve depois de ler o roteiro do longa.
“[…] a vida vale a pena quando você tem o desejo de saber o que ela é.”, diz o profissional ao se definir como uma pessoa curiosa.
“O teatro me abraçou com uma linguagem de expressão.”, diz o artista ao relembrar o início do seu envolvimento com a arte.
“O teatro acabava que, para mim, virou um espaço de expressão.”, diz a artista ao relembrar seu primeiro contato a arte.
Websérie vertical redefine o sentimento em tempos de redes sociais.
“Agora é sobre contar a minha história da maneira que deve ser contada.”, diz o artista que está em cartaz com um monólogo que traz pitadas de sua trajetória pessoal.