O Amor Que a Dor Pariu

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“O parto às vezes dói, mas é só daí que nasce a vida.”, diz a autora ao explicar o título da obra.

 

Beatriz Martins (a esquerda) posa com Fernanda Salerno.

Nesta edição, a monitora Beatriz Martins (do curso de Jornalismo) entrevistou a professora Fernanda Salerno, autora do livro “O Amor Que a Dor Pariu“. Classificada como uma das mais vendidas na categoria “Biografia” da Amazon, a obra traz uma narrativa autobiográfica da relação entre mãe e filha com o objetivo de compreender feridas antigas para poder transformá-las em aprendizado e liberdade. Ao longo das 136 páginas, o leitor é convidado a revisitar a própria história para reconhecer dores, ressignificar memórias e abrir espaço para a cura.

Durante o bate-papo, a convidada contou qual palavra a define e em que momento surgiu a vontade de escrever, uma vez que leciona matemática há anos. Além disso, ela disse os nomes que contribuíram para a sua jornada como escritora, o sentimento de ter entrado no mundo literário, os projetos futuros e as mudanças pessoais que a obra causou.

Fernanda Salerno posa com seu livro.

Sobre “O Amor Que a Dor Pariu“, a autora falou sobre o significado do título, o quanto o seu relato pode se assemelhar às histórias dos demais, o desafio de equilibrar no texto temas tão densos, o feedback dos leitores, a reação dos familiares e o processo de elaboração, incluindo o trecho mais desafiador de revisitar.

No Batalha Gazeta – gameshow comandado por João Vitor Mota (do curso de Audiovisual) –, as estudantes do curso técnico de “Produção de Áudio e Vídeo” do Colégio FECAP, Luisa Rocha Vasconcelos Montes e Yumi Ohara Gardiazabel, foram desafiadas a acertarem perguntas sobre conhecimentos gerais. E, além de tudo isso, acompanhe as dicas culturais para o fim de semana no Claquete Cultural.

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