Da esquerda para a direita: Maria Eduarda Palermo, Mariana Volker e João Vitor Mota.
A cantora e compositora carioca Mariana Volker possui uma trajetória consolidada na cena da música brasileira contemporânea, especialmente por ter estabelecido parcerias importantes com Maria Gadú, Rachel Reis e Gilsons e integrar o projeto Raça Humana, idealizado por Gilberto Gil.
Com um estilo que dialoga com a MPB e, ao mesmo tempo, incorpora referências do pop e do jazz, a artista conta, em sua discografia, com os EPs Palafita (2014) e Olho D’Água (2024) e os álbuns Órbita (2019) e Impossível Dizer Que Não Senti (2022). O último trabalho lançado foi o single “Desassossego“, que integra o disco Feitiço, que está previsto para o meio deste ano.
Em entrevista aos monitores Maria Eduarda Palermo (do curso de Jornalismo) e João Vitor Mota (do curso de Audiovisual), a convidada contou como se define e quando surgiu a paixão pela música, incluindo a influência da família por tal interesse e, também, o momento em que decidiu seguir a trajetória artística. Além disso, ela disse como a cultura carioca e suas inspirações moldaram a sua sonoridade e de que maneira os gêneros com os quais trabalha estão presentes em seu estilo.
Sobre Feitiço, a artista explicou as temáticas presentes, a data de lançamento e a participação de Maria Gadú na faixa “Não Quero Te Querer“. E, por fim, Mariana Volker falou sobre o seu processo de composição, a sua participação no projeto Raça Humana, a escrita da letra e o clipe de “Desassossego” e o surgimento de Palafita, primeiro EP da sua carreira solo.