Amanda Cadore “de ponta a ponta”

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“[…] esse disco tem um pouquinho da cara de cada um.”, diz a artista ao explicar o desafio de colocar em viva a identidade dos membros da banda .

 

A relação da cantora e compositora Amanda Cadore com a música começou na infância, quando passou a se interessar pela composição e, posteriormente, a se apresentar em igrejas e centros tradicionalistas. Após se mudar para Santa Catarina para estudar Publicidade, ela iniciou sua trajetória profissional com o lançamento de diversos singles, até que, em 2018, veio o disco Inverso Só Se For Azul. Três anos depois, lançou o EP Arrebatação, que recebeu o Prêmio Elisabete Anderle.

Atualmente, a cantautora gaúcha dedica-se à divulgação de viva, trabalho composto por onze faixas que integram o cancioneiro e os ritmos ibero-americanos, além de expor o apreço da artista pelo caráter sensorial da canção. 

Da esquerda para a direita: Maria Eduarda Palermo, Amanda Cadore e João Vitor Mota.

Em entrevista aos monitores Maria Eduarda Palermo (do curso de Jornalismo) e João Vitor Mota (do curso de Audiovisual), a convidada contou como se descreve profissionalmente e qual foi o principal fator que a fez se interessar pela música, incluindo sua relação com o violão. A artista ainda disse de que maneira a cultura gaúcha está inserida em seu trabalho e a origem da sua ligação com o idioma espanhol, especialmente por estar conectada a pessoas de cidades da América do Sul.

Sobre viva, ela explicou como surgiu a ideia, a razão da faixa-título ter sido gravada por último, as camadas presentes na arte da capa e os desafios da produção, uma vez que contou com a participação da banda. Por fim, Amanda Cadore revelou qual canção gostaria de ter composto e, além disso, comentou as parcerias presentes no single Canto Dentro de Mí e a turnê “de ponta a ponta”, que contará com apresentações em outros países.

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