Da esquerda para a direita: Maria Eduarda Palermo, sage, Renan Almeida e João Vitor Mota.
Radicada em Santo André (SP), a cantora e compositora sage transforma as próprias páginas do diário em matéria-prima para suas letras, que são marcadas por uma sonoridade com guitarras, melodias intensas e atmosferas sombrias. Prova disso é o seu último single, “Vício”, que, segundo ela, nasceu de uma relação que nunca foi além das mensagens de texto. Anteriormente, em abril, a artista paulistana lançou sua primeira faixa autoral, intitulada “ninguém me entende”.
Em entrevista aos monitores Maria Eduarda Palermo (do curso de Jornalismo) e João Vitor Mota (do curso de Audiovisual), a artista contou como está sendo a experiência profissional, uma vez que se lançou neste ano na indústria fonográfica. Além disso, ela comentou o significado do seu nome artístico e da sua identidade visual, especialmente em razão da cor verde dos cabelos.
Sobre os singles “ninguém me entende” e “Vício“, sage explicou a recepção do público e o processo de composição e criação do clipe e da capa. Por fim, foram abordados também o método que utiliza para transformar sentimento em canção, os nomes que a influenciam, o período em que compartilhava covers no YouTube, a montagem da sua primeira apresentação “ao vivo”, a sua relação com a música, a forma como se conecta com o seu público nas redes sociais, as colaborações dos sonhos e os projetos futuros.
Acompanhada do músico Renan Almeida, a convidada interpretou canções autorais e, também, sucessos de outros artistas.