Da direita para a esquerda: Maria Eduarda Palermo, Tuany e João Vitor Mota.
A cantora, compositora e multi-instrumentista Tuany soma mais de 10 anos na área musical. Seja no início, ao atuar em bandas, ou a partir de 2020, quando começou a lançar composições solos, a artista sempre esteve em contato com elementos da música brasileira, em especial com o MPB Rock. Nesse ano, Tuany lançou o álbum “Carta Aberta”, que, além de 8 novas faixas, contou com uma listening party e o lançamento físico em edições limitadas de aparelhos MP3 personalizados pela própria cantora.
Em entrevista aos monitores Maria Eduarda Palermo (do curso de Jornalismo) e João Vitor Mota (do curso de Audiovisual), a convidada explicou por que se descreve como uma borboleta e de que forma se identifica com a metáfora da metamorfose e da reinvenção. Ao longo da entrevista, a artista também compartilhou o impacto de artistas como Paul McCartney e Hayley Williams em sua carreira, como seu processo de composição costuma acontecer e o que sente sobre a conexão com seu público. Ao responder esse questionamento, ela declarou que “A arte de todo artista só tem sentido quando é vista e sentida por outras pessoas.”.
Sobre “Carta Aberta”, ela explicou o que incentivou a prévia do projeto através de MP3, assim como os desafios para conseguir os dispositivos por não serem mais popularizados devido às plataformas de streaming. Em relação às músicas do disco, a cantora comentou quais são suas faixas favoritas, os sentimentos que inspiraram o projeto e como foi gravar o visualizer de “Ai, Que Saudade!” , lançado no dia anterior ao bate-papo.