Bella e o Olmo da Bruxa

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Em turnê com Buenos Vampiros, banda levou o seu rock independente para Argentina, Uruguai e oito cidades brasileiras.

 

Da esquerda para a direita: Maria Eduarda Palermo, Pedro Acosta, Ricardo De Carli e João Vitor Mota.

Formada por Julia Garcia (baixo), Felipe Pacheco (guitarra e voz), Ricardo De Carli (bateria) e Pedro Acosta (guitarra e voz), a banda Bella e o Olmo da Bruxa tem se destacado no cenário do rock gaúcho, atravessando, inclusive, fronteiras com a turnê Triple Frontera Tour, que finalizou no último dia 10 e contou com apresentações inéditas no Brasil, no Uruguai e na Argentina. Vencedor do Prêmio Açorianos de Artista Revelação, o grupo porto-alegrense possui dois álbuns independentes: o disco de estreia homônimo (2020) e Afeto e Outros Esportes de Contato (2025). 

Em entrevista aos monitores Maria Eduarda Palermo (do curso de Jornalismo) e João Vitor Mota (do curso de Audiovisual), os integrantes Pedro Acosta e Ricardo De Carli disseram de que maneira descrevem o grupo e se a formação atual é a original, incluindo o momento em que perceberam que estavam se profissionalizando. Além disso, os músicos contaram a origem do nome Bella e o Olmo da Bruxa, os prós e os contras de atuarem de forma independente e se a cultura do Rio Grande do Sul está presente em seus trabalhos.

Sobre a Triple Frontera Tour, os convidados explicaram as expectativas, as surpresas, os aprendizados e como conheceram a banda argentina com quem dividiram a turnê. E, por fim, eles falaram sobre a queda do consumo do rock quando comparada com as décadas anteriores, o gosto por títulos exóticos, os planos futuros e, também, os detalhes do processo de idealização e produção de Afeto e Outros Esportes de Contato.

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