CALI apresenta TRAMA

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“O que eu chamo de TRAMA é essa estrutura de pessoas que estão por trás da gente.”, diz a artista ao explicar o nome do álbum.

 

Da esquerda para a direita: Maria Eduarda Palermo, CALI e Maria Luísa Paulino.

Natural de Porto Ferreira (SP) e radicada em Campinas (SP), a cantora e compositora CALI atua na cena musical independente desde 2017 e, ao longo desses anos, já colaborou com Kafé, o rapper Inglês e o português André Regalías.

Atualmente, ela tem trabalhado na divulgação do seu primeiro álbum, intitulado TRAMA. Lançado em janeiro de 2026 nas principais plataformas digitais, o projeto em questão conta com faixas que se dividem em duas vertentes temáticas, sendo a primeira desejo, sexualidade e prazer e a outra raízes, poder feminino e dores.

Em entrevista às monitoras Maria Eduarda Palermo (do curso de Jornalismo) e Maria Luísa Paulino (do curso de Audiovisual), a convidada contou se a sua pessoa se mescla com o seu lado artístico e de que forma a vivência no interior está representada em seu trabalho. Além disso, ela disse qual disciplina na graduação fez toda diferença na sua formação e em que momento da vida começou a sua paixão pela música, incluindo as mudanças no seu estilo que surgiram ao longo dos anos.

Sobre TRAMA, a cantora explicou o motivo de ter lançado anos depois de sua estreia, a criação das letras, a origem do título, a estética, os temas abordados e, também, a montagem da turnê, que iniciará em Campinas. E, por fim, CALI falou sobre a parceria com Kafé, o processo de composição, a experiência de ter se apresentado na Virada Cultural ferreirense e no Bloco da Vaquinha, os compositores que a inspiram, o sentimento que busca trazer aos fãs nos shows, a relevância pessoal do EP 400 Hz, os desafios e as vantagens de ser independente, os projetos futuros e o conceito de “pop brasuca“, sonoridade na qual se define.

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