Ler, refletir e contar: como Júlio Cesar vê o mundo

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“É um desafio diário.”, disse Júlio Cesar ao explicar como equilibrar o uso das tecnologias para produzir reflexões acerca da vida.

 

Beatriz Martins posa com Júlio Cesar Rodrigues, que está a direita da foto.

Nesta edição, a monitora Beatriz Martins (do curso de Jornalismo) entrevistou o jornalista, escritor e advogado, Júlio Cesar Rodrigues, que lançou o seu primeiro livro de crônicas, chamado “Leia se (não) estiver ocupado“. Por meio de uma coletânea de crônicas, o autor convida o leitor a desacelerar um pouco diante do ritmo frenético da contemporaneidade.

No início do bate-papo, o entrevistado utilizou a palavra “chato” para se definir, mas no sentido de ser alguém muito perfeccionista em seus trabalhos. Já para definir seu livro publicado, ele usou a palavra “diversão”, na justificativa de querer que as pessoas, ao lerem suas histórias, reflitam sobre a importância da vida em meio à correria da rotina.

Sobre a escolha do título “Leia se (não) estiver ocupado“, Júlio explicou que, ao unir todas as crônicas publicadas no perfil Certas Crônicas, ele precisaria criar um fio condutor para poder ligá-las. Com isso, o escritor selecionou todo o conteúdo que trazia a reflexão principal do tema, ou seja, a preocupação em viver o presente. O escritor também abordou o tema do uso das tecnologias nos dias atuais; que, para ele, gera ansiedade e acelera cada vez mais a vida das pessoas.

No Batalha Gazeta – gameshow comandado por João Vitor Mota (do curso de Audiovisual) –, os casperianos Hector Munerato Gomes Correa (do curso de Jornalismo) e Henrique Varino (do curso de Jornalismo) foram desafiados a acertarem perguntas sobre conhecimentos gerais. E, além de tudo isso, acompanhe as dicas culturais para o fim de semana no Claquete Cultural.

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