Da esquerda para a direita: Maria Eduarda Palermo, Pedro Emílio e João Vitor Mota.
Natural de Salvador (BA) e radicado em São Paulo, o cantor, compositor e produtor Pedro Emílio vem se consolidando como uma das promessas mais consistentes da nova música brasileira, especialmente após ter sido indicado duas vezes consecutivas ao Grammy Latino. A primeira, em 2025, com o álbum “Enquanto os Distraídos Amam”, na categoria de Melhor Álbum de Engenharia de Produção. A outra foi na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro Portuguesa Brasileira com “Vende-se Lembrança”, projeto lançado em maio deste ano e composto por nove faixas inéditas. O último trabalho, inclusive, conta com participações de Luedji Luna e Ryan Fidelis e parte de memórias afetivas, relações pessoais e referências que atravessam diferentes gerações da MPB.
Em entrevista aos monitores Maria Eduarda Palermo (do curso de Jornalismo) e João Vitor Mota (do curso de Audiovisual), o convidado contou o que o motivou a compartilhar covers nas redes sociais durante a pandemia, iniciativa que o projetou nacionalmente. Além disso, ele falou sobre o momento em que passou a publicar apenas letras autorais, abordando desde as primeiras composições até o amadurecimento desse processo.
Sobre “Vende-se Lembrança”, o artista explicou as etapas de produção com Matheus Stiirmer e a decisão de escolher “Tanto Você” como primeira canção. Por fim, foram abordados também os letristas que admira, o sentimento de ter sido indicado duas vezes consecutivas ao Grammy Latino, a importância da engenharia de gravação para um álbum, a representatividade pessoal e o título do primeiro disco, os planos para os próximos anos e as primeiras apresentações ao vivo, incluindo a experiência da sua primeira turnê e as expectativas para o show que fará para o projeto Viva MPB, no dia 30 de outubro.